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Equipe SCTP: Michelle Costa

01.Nov.2018

Empenho, acolhimento e muito afeto: Conheça a história da Michelle e a importância de ir além da superfície quando o assunto é atendimento.

Há pessoas que desenvolvem tanta afinidade com o que fazem e o ambiente em que estão que parecem fazer parte fisicamente já do lugar. Pois é assim que a Michelle, a Mica, aparece na minha cabeça. Ir à Santa Costura e não ser recebida por ela com um abraço delicado e a voz que lembra rapidamente de quase todos os nomes de quem chega é quase inimaginável. O mais incrível é que a Mica tem apenas dois para três anos de SCTP, mas o pertencimento dela à equipe e a identificação com o propósito da marca parecem ter nascido há muito. "Eu nunca havia me encontrado tanto em um lugar como aqui, então abracei mesmo tudo o que me foi oferecido e só tenho a agradecer por isso", diz.

 

A Mica trabalha como uma das vendedoras responsáveis pela loja, ao lado da Cris. Para ela, relacionamento é uma palavra muito importante e que norteia tudo o que é feito pela marca. "Acompanhamos cada cliente de uma maneira muito intensa e específica, e fazemos uma consultoria muito personalizada, com acolhimento. Isso volta pra gente em forma de carinho das clientes e traz a certeza de que estamos trilhando o caminho certo, ajudando pessoas com nosso trabalho", define. "A Santa compartilha vida e acabamos formando uma grande família, seja com a equipe ou as clientes". É com esse clima de identificação e acolhida que aconteceu o papo que você lê agora, mais uma história linda da Equipe SCTP.

 

 

 

1) Mica, qual o papel da moda na sua trajetória?

Sempre tive uma relação muito forte com a moda. Com 14 anos já trabalhava como vendedora em uma loja de roupas no Shopping Dom Pedro e depois fui para o Shopping Galleria, conhecendo outro público. Também tive experiência na Animale, com roupas mais clássicas, e com outras marcas. Também trabalhei em uma multimarcas aqui no Cambuí porque queria sair um pouco do shopping. Foi excelente, mas depois de um tempo meu propósito começou a mudar e a rotina que eu levava passava a não fazer mais sentido. Aquele conceito de moda como tendência e consumo desenfreado não dava mais, me parecia muito fútil. Aí abri meu próprio negócio, mas também não estava muito bem preparada e acabou não dando certo. Depois, quando conheci a Santa e o conceito do slow fashion, me reencontrei com relação a propósito e hoje sei que esse é meu lugar.

 

2) Considerando o contexto que você citou, como a SCTP entrou na sua vida?

A Santa em minha vida foi literalmente resposta de muita oração. Eu estava sem trabalhar há 8 meses na época, após ter fechado essa tentativa de um negócio próprio, no qual fazia refeições saudáveis e também vendia algumas peças de roupas de multimarcas e acessórios em um salão de beleza. Como eu disse, foi um baita aprendizado mas eu não tinha base alguma em administração e acabou não dando certo. Depois passei por outro trabalho mas também não me identifiquei, não conseguia me encontrar e não tinha resultados. Fiquei muito perdida e fui conversar com uma amiga, que na época estava fazendo algum tipo de trabalho de mídias para o salão da Cris Gata, onde a Santa estava com uma loja. Fiquei sabendo que estavam com vaga para vendedora e fui buscar informações. Me chamou muito a atenção o estilo da marca, que era algo diferente do mundo no qual eu vivia, do estilo padronizado que eu conhecia. A Santa foi revolucionária para mim. Quando cheguei para a entrevista de scarpin de zebra, um jeans flare e uma blusa básica, fui recebido pela Cris nossa gerente lindíssima e estilosa que já me impactou e eu pensei “ nossa! Que mulherada descolada” hahaha... e nosso papo foi muito bom e deu certo a vaga de consultora. Hoje caminho para meu terceiro ano junto à essa marca incrível na qual só cresço.

 

 

3) E hoje qual a sua função na Santa? Como ela foi se desenhando?

Hoje eu fico no atendimento, sou braço direito da Cris como vendedora responsável. Foi uma honra e um processo estar aqui. Muita entrega, muito empenho e muita vontade. Eu abracei mesmo, especialmente a questão do relacionar-se com as pessoas, com nossas clientes. Relacionamento é uma palavra muito importante aqui, porque acompanhamos cada cliente de uma maneira muito intensa e específica. E sentimos o retorno espontâneo delas. Elas vêm nos nossos aniversários, fazem questão de estarem perto, então a gente vê que estamos indo por um caminho muito correto, muito legal.

 

4) Você sente que estar na SCTP faz parte da sua missão profissional e de vida de alguma forma?

Com certeza. Estar na Santa é uma missão pessoal. Primeiro porque é uma transformação que começa em mim. A Gabi, a Cris e a marca em si fazem parte da minha vida. A gente, juntas, acredita que lidar com mulheres é um sonho, assim como ajudá-las a se sentirem seguras, a cultivarem sua auto estima e serem reconhecidas por sua individualidade.

 

 

5) Falando em sonho, qual seu meu maior sonho profissional hoje?

É continuar aqui fazendo parte desse crescimento e me capacitando cada vez mais. Eu sei que estando preparada muito mais oportunidades surgirão. E hoje, conhecendo o slow fashion, eu sei que é nesse movimento que eu quero trabalhar. Então é continuar aprendendo, me empenhando e me entregando. E aqui as coisas acontecem muito rápido porque há muita vontade de aprender, de transformar, de se aperfeiçoar. Quero acompanhar todas essas novas etapas que a Santa vai atingir. Os sonhos às vezes crescem e mudam, mas eu sei que até mesmo se for para ter algo meu novamente como eu já tentei anteriormente terei uma baita de uma bagagem, graças à SCTP. Já pensou? Levar essa essência da Santa para um dia ter algo meu? Seria incrível também.

 

 

 

6) O que na sua opinião existe de mais especial e singular no ambiente e na equipe da SCTP?

O que é muito especial na Santa é o acolhimento. Entre a equipe, com as clientes, com todos. E é muito diferente essa relação, essa troca. A Santa abraça. A Santa compartilha vida e acabamos formando uma grande família com todas as pessoas que estão ali.

 

7) Há alguma palavra que definiria essa sua trajetória de propósito com a marca? Se sim, qual e por quê?

A palavra que eu gostaria de utilizar aqui é empenho. Eu trabalho com muito empenho, eu me empenho muito em me desafiar, me melhorar, me empenho nos meus atendimentos, minhas atividades, em ser melhor. Estar empenhada em uma causa e um projeto faz toda a diferença, não te deixa perder o foco. É aquele toque especial que você dá em cada coisa. É isso que a Santa desperta em mim.

 
 

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