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BLOG

Equipe SCTP: Nathalia Fassina

21.Sep.2018

Criatividade para comunicar um propósito maior: amor e transformação!

Você já conversou com alguém que te transmite tamanha sensação de paz e generosidade e que, ainda que seu dia esteja daqueles cinzentos, é capaz de pincelar cor e abrir espaço para a leveza tomar conta? Talvez essa sensibilidade no lidar com o outro seja mesmo coisa de artista, como dizem, de quem enxerga sempre um pouquinho além. Coisa da Nati Fassina, se eu puder definir. À frente da comunicação da Santa e responsável por processos criativos que vão desde estratégia de marca até criação de estampas e fotografia, a Nati é uma junção de talentos, dedicação e criatividade. 

Assim que comecei a notar a maneira como ela respondia às minhas perguntas, ficou evidente a honestidade com a qual ela se entrega ao trabalho como um propósito de vida. "A maior prosperidade que eu posso ter é transformar positivamente a vida de outras pessoas. Mais do que uma carreira, mais do que dinheiro. E isso eu consigo fazer aqui todos os dias. Eu amo comunicar a moda como ferramenta de expressão, empoderando outras mulheres e não cultivando essa coisa da moda focada em tendência. A minha missão tem muito a ver com a da Santa, e parte da minha história é a história da Santa", explica.

Hoje, o trabalho é mais uma maneira que a Nati encontra de amar as pessoas, segundo ela, que define em duas palavras o que a relação com a equipe e com a marca representam: propósito e amor. "E o propósito é amar, no sentido mais amplo da palavra, e comunicar isso por meio do nosso trabalho", completa.

1) Como e quando teve início a sua história com a SCTP? Qual era seu momento pessoal e profissional na época em que começou a relação com a marca?
A minha vida profissional se resume à SCTP. Eu estava na faculdade e já conhecia a Gabi mas não tinha tanto contato com ela. Aí fomos fazer um trabalho na faculdade que envolvia construir um plano de marketing para uma marca e pensei nela na hora. Vim até a loja, que fazia pouco tempo que estava no atual endereço, e meti as caras. O engraçado é que as coisas casaram, porque no momento que eu fui lá a Gabi estava procurando uma estagiária, então deu muito certo. E a SCTP praticamente era só a Gabi, a Cris e a Sil, super enxuta. Aí quando eu entrei começamos a falar sobre comunicação, mídias sociais, e lançamos nosso Instagram. Só que, no meio disso tudo, eu muito nerd da vida queria me me formar em design e também em moda, e comecei a eliminar matérias e fazer as duas graduações. Mas aí claro que começou a ficar pesada a rotina. Então saí da Santa, mas continuava indo lá uma vez na semana para dar um suporte na produção de conteúdo para mídias sociais. Nisso a equipe foi crescendo e a comunicação caminhando junto. E é muito gratificante que a comunicação cresceu tanto que temos uma estagiária agora, a Jamile. É legal porque tudo que eu cresci profissionalmente foi por causa das oportunidades que a Gabi me deu aqui. Eu nunca tinha feito estampas e um dia ela me falou: "meu, vamos fazer"? E aí eu abracei a ideia dela e fui me desenvolvendo junto. A Gabi incentiva a gente a explorar o que temos de especial, então descobri muitas coisas em mim estando lá.

2) Você sempre teve uma relação forte com a moda? Como esse envolvimento foi acontecendo e mudando ao longo do tempo?
Sempre quis seguir numa área artística, meio diferentona. Mas sinto que o que me fez escolher moda foi essa questão de como eu achava legal o lance de você se vestir para se expressar. Lembro que eu nunca gostei dessa coisa do glamour e de conversas sobre o que é tendência e o que as pessoas "têm que ter", esse tipo de coisa. A moda me agradava na verdade por outros motivos. Então eu abracei muito a moda como expressão pessoal, assim como o design.

3) Hoje qual é sua principal função na Santa? E como essa função foi evoluindo?
Sou responsável por todo o marketing da empresa. Cuido de mídias digitais e faço a estratégia para as nossas campanhas, editoriais, etc. Eu me desenvolvi muito com a marca. Cada passo que a gente tinha para crescer era um desafio, sabe. Hoje eu tenho uma pós graduação em estamparia graças às oportunidades que tive aqui. Fui muito incentivada a aprender, a me permitir. Até mesmo na questão da fotografia. Tenho um apego muito grande com a marca porque realmente é um compartilhar de sonhos. Parte da história da Santa é a minha história.

4) Quando você se lembra de tudo o que vocês já aprenderam e evoluíram como marca e como equipe, o que mais te marcou? 
Eu não sei se tem um momento mais marcante, porque foi muito de conquista em conquista. Quando entrou a primeira vendedora, quando começamos a vender no whatsapp, quando fizemos nossa primeira estampa, quando fizemos nossa primeira venda internacional. Cada passo que a gente deu foi muito marcante. Mas para mim o mais bonito de acompanhar foi o amadurecimento do posicionamento da marca como moda ética, de estabelecer esses valores. Quando eu entrei a gente ainda estava entendendo e fixando nossa identidade, e no momento em que abraçamos esse propósito de não vender apenas roupas mas fazer algo diferente foi o mais forte para mim. 

5) Quem convive mais de perto contigo sabe que você não se comunica de maneira criativa apenas com as palavras, mas também desenhando e compartilhando criações lindas. Que outras formas de arte te encantam? O que na sua opinião une a Nati artista à marca SCTP? 
Se você pegar meus cadernos de escola, sempre tinha muita coisa colorida lá, e no próprio design eu sempre gostei muito de tipografia. Aí no final da faculdade fui estudar e praticar lettering especificamente.
Hoje eu faço muito menos por conta da rotina, mas eu amo fazer e me faz bem. As vezes estou ouvindo uma música, falando com Deus, e quero colocar no papel. E desenhar eu sempre gostei também, teve até um período em que achei que seria ilustradora. Eu sou uma pessoa que transita por muita coisa. Gosto de fotografar, editar, criar estampa, fazer os letterings. E essa característica minha como artista foi fundamental para os desafios que assumi aqui. Sinto que compartilhar essa multiplicidade de interesses une muito a gente aqui. E a nossa crença mesmo em Jesus, sem precisarmos pregar nada, também nos une. Se eu creio no amor, eu quero que as pessoas amem umas às outras e se sintam amadas. E aqui sinto que a gente quer isso para todo mundo. Eu quero felicidade para as pessoas e a marca também, e nós estamos sempre em busca de soluções criativas para comunicar isso.

6) Você sente que estar na Santa faz parte da sua missão pessoal? De que forma?
Sim. Na verdade às vezes eu troco ideia com Deus e penso: nossa, acho que eu sou sua filha favorita. Porque Ele me dá cada oportunidade linda de estar perto de pessoas especiais e em lugares especiais! E aqui é muito isso. Eu estou aqui desde o começo da minha carreira, desde a minha primeira foto de moda. E estarmos com pessoas que creem na mesma coisa e querem gerar no mundo e nas pessoas uma mesma coisa faz todo o sentido, e me ajuda a cumprir minha missão. Eu sou uma pessoa muito pacificadora, que quer ver todo mundo bem. Sou muito movida a isso, e a Santa me permite usar essa característica de muitas maneiras. É a minha maneira de amar as pessoas. Por meio do meu trabalho. É mais do que vender um produto, é vender algo em que eu acredito, que empodera outras mulheres. 

7) Qual o seu maior sonho profissional?
É muito louco, porque eu não almejo uma posição, uma carreira ou um salário. Eu coloco todos os dias diante de Deus o quanto eu quero que a minha vida seja pra transformar a vida das outras pessoas da mesma maneira como Ele transforma a minha. Meu maior sonho profissional é viver para Deus, estar no lugar onde Ele pode me usar para tocar a vida das pessoas de alguma forma. A maior prosperidade que eu posso ter na vida é transformar a vida de outras pessoas.

8) Na sua opinião, o que faz a Santa tão especial para as mulheres que fazem da loja uma extensão de suas casas, construindo laços com vocês?
É uma marca que está preocupada não com a roupa que ela vai vestir em alguém, mas o quanto a vida dessa pessoa será transformada. A gente quer que a mulher se sinta única, amada. Para nós é um prazer receber as mulheres porque eu creio que é a missão de cada uma aqui, fazê-las entenderem o valor que elas têm. E é isso que gera esse clima de acolhimento que elas dizem muitas vezes. É roupa para se expressar, com identidade, sem regras de tendência mas baseada sim em identidade. Isso faz a Santa ser única.

9) Por último, se você pudesse usar uma palavra para definir o seu trabalho hoje, qual seria?
Acho que a palavra que engloba tudo isso que eu falei é propósito. Eu vejo que é uma marca com propósito e ligada ao meu propósito, que é cumprir o que Deus quer para mim. Propósito e amor. E o propósito é amar. Eu amo esse lugar, amo o que eu faço aqui, amo essas pessoas.

 

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