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Mulheres da Santa: Fabíola Make

19.Jan.2018

A vida fica muito mais colorida com os pincéis dela!

 

 

Por Thais Jorge


Pensa em uma pessoa que estampa alegria. Pode acontecer o que for, mas essa foi a primeira imagem que eu tive da Fabíola desde a nossa conversa via whatsapp em meados de agosto do ano passado. O encontro presencial só reforçou essa sensação. O talento ali vai muito além de resgatar a autoestima e redescobrir a beleza de cada mulher que a procura em busca de uma maquiagem de qualidade e, pra dizer no popular, fora da curva mesmo. A Fabíola leva a beleza para um nível mais elevado, pode-se dizer que até imaterial. Você sente sem precisar ver. Talvez seja por isso também que é tão difícil conseguir um horário para conversar com ela. Todo mundo quer ficar perto de gente com boa energia, afinal. Com ela não deve ser diferente.

 

Assim que cheguei ao salão onde a Fabi trabalha aqui em Campinas, foi fácil perceber a identificação dela com a Santa. Ela vestia duas peças da marca em tom preto, que realçavam ainda mais o batom vermelho e os olhos azuis. Engatamos uma conversa durante um café enquanto havia uma pausa na agenda e ela me contou, aos poucos, sobre seu início de carreira como maquiadora, suas crenças, valores e experiências ao longo do caminho. Também me falou sobre como conheceu  a SCTP e a relação que tem com a marca, que ultrapassa a moda e entra no terreno da personalidade e do autoconhecimento, chegando a uma definição que tem tudo a ver com ela: empoderamento.

 

A Fabi participou do nosso ensaio fotográfico para a coleção Diversidade e é uma das nossas Mulheres da Santa. Vem conhecer melhor essa pessoa singular que faz tanta gente redescobrir a própria beleza, por dentro e por fora.

 

 

Você está muito acostumada a produzir outras mulheres. Como foi ser produzida para o ensaio fotográfico da coleção Diversidade?

Foi muito legal! Quando fui convidada para fazer esse trabalho não tinha ideia de como seria, e até achei que eu mesma iria me maquiar. Mas não, participei do processo do começo ao fim e isso foi uma experiência incrível. Quando a gente chegou, todo mundo ainda estava meio quieto, mas muito rápido começamos a brincar e dar risada, e eu me senti! Além de tudo ficou maravilhosa a maquiagem. A maquiadora foi de uma segurança e tranquilidade sensacionais, e não falo isso para agradar não. E para um maquiador maquiar outro, normalmente é meio complicado. Mas elas arrasaram!

 

Queria que você me contasse um pouco mais sobre como teve início seu interesse por make. Como você se descobriu encantada com esse universo?
Eu amo make desde que me conheço por gente, desde que era pequena. Ficava mexendo nas coisas da minha mãe desde muito cedo e testando tudo. Depois, já mais velha, ficava vendo as capas de revista. Lembro que achava incríveis aquelas luzes nos rostos das artistas. Depois eu descobri que aquilo era iluminador! Aí fiquei enlouquecida por todos os iluminadores que eu via. Gastava todo o meu salário comprando isso sem nem saber muito bem pra quê servia na verdade. Aí comecei a maquiar minhas amigas e não parava mais. Mas eu gostava muito daquilo, achava que era um hobby e não um trabalho. Até que meu marido foi trabalhar em Porto Alegre uma época e resolvi fazer lá um curso da primeira turma de maquiadores profissionais do Senac. E fiquei ainda mais apaixonada. Hoje quando eu falo que sou maquiadora as pessoas quase estendem um tapete vermelho pra mim, é um super glamour. Mas antes não era assim não. Na época em que comecei, as pessoas só iam ao salão quando tinham um casamento, algo assim. Hoje não. Hoje as pessoas adotaram a maquiagem como um acessório, então é uma profissão com uma grande procura e bastante reconhecida.

 

E como foi quando você voltou para Campinas disposta a seguir essa carreira?

Foi um período muito especial. Eu cortava meu cabelo aqui na cidade em um lugar chamado PH Institute. E lá tive a minha primeira oportunidade, que foi dada pelo meu cabeleireiro, o Paulo. Ele não precisava me dar essa oportunidade, mas me deu. Sou muito grata a Deus pela vida dele (ele havia falecido um dia antes da entrevista). Então comecei ali. Aprendendo muito, trabalhando muito. Agora estou no In Beauty Luxury faz dois anos. Na verdade só tenho que agradecer por tantos momentos emocionantes na minha profissão desde que comecei. Meu primeiro desfile internacional, depois a Feira de Noivas de Milão, quanta coisa. Ver minha enteada recém formada em publicidade virar para mim e falar: ˜quero ser maquiadora" foi outro presente. Só tenho gratidão na minha vida, só gratidão.

 

Nesse contexto todo, como você conheceu a Santa?

Eu conheço a marca desde quando elas começaram, que elas levavam as coisas em sacolas e ainda nem tinham a loja. Acredito que eram realmente as primeiras peças que eu acompanhei. Para mim, a marca representa conforto e estilo, duas coisas que eu sempre amei. E elas são muito queridas. Acompanhei todas as mudanças e eventos. Então quando elas me convidaram para fazer parte desse ensaio da coleção Diversidade eu me senti honrada e óbvio que eu faria parte. Tenho um carinho muito grande por elas.

 

Há, no seu ponto de vista, algum ponto de conexão entre o seu trabalho e o que a marca te proporciona?

Com certeza! A SCTP me proporciona atitude. Quando eu visto uma roupa da Santa, eu me sinto bem, me dá segurança. Posso estar de saia, uma blusa e um tênis, não importa. Quando eu entendo que eu preciso passar pra minha cliente o que tá aqui dentro de mim, eu visto Santa. E isso não é uma propaganda. Eu só acho importante cada um encontrar o que traga essa sensação e ir atrás. Só me sentindo bem comigo mesma eu consigo dar meu melhor para as clientes, e elas não merecem menos que o meu melhor. E a Santa me ajuda a dar o meu melhor.

 

Qual a sua maior motivação para nutrir esse amor tão especial pelo que você faz, Fabi?

Ver as pessoas saindo daqui felizes e se sentindo bem não tem preço! Não é comprovado cientificamente, mas a make dá um efeito imediato na autoestima das pessoas mais do que um remédio às vezes. Já maquiei pessoas que iam assinar divórcio e queriam se sentir bem, pessoas que estavam em processo de quimioterapia, etc. Então eu amo o que eu faço por isso, porque a maquiagem devolve para a pessoa aquilo que ela não tá enxergando no espelho. E ela consegue entender que só realcei aquela beleza interior. E sabe, para que eu ajude as pessoas, preciso estar bem comigo, você entende? A Santa entra aí. Eu falei no dia do ensaio fotográfico que elas me fizeram sentir leve, empoderada. Senti que minha autoestima foi curada.Quando eu uso as roupas da Santa Costura, entendo que esse é meu estilo. Tudo que eu coloco de lá me acho linda, eu me sinto. E eu transmito isso para as pessoas que eu atendo, pra quem estiver perto. Então é perfeito.

 

 

 

#diversidade #mulheresreais #realwomen

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