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Mulheres da Santa: Fabiana Lourenço

20.Oct.2017

Um bate papo sobre liberdade e autoaceitação com uma verdadeira artista das tesouras!

 

 

Você mais um vez é nossa convidada para conhecer as mulheres que fizeram parte da campanha Primavera/Verão 2018 - DIVERSIDADE e que além de tudo inspiram o dia-a-dia da Santa. No post de hoje, queremos te apresentar Fabiana Lourenço, profissional e mulher incrível que não apenas modelo, também foi nossa parceira para a programação especial do Outubro Rosa desse ano.

 

Artista das tesouras, da liberdade e da autoaceitação Por Thais Jorge

 

A agenda lotada do salão fez com que eu me apressasse em agendar um horário com a Fabiana. Para minha surpresa, conseguimos nos falar uma semana depois do primeiro contato. Eu já conhecia o trabalho dela, mas nunca havia batido um papo pessoalmente. Assim que a porta se abre no salão amplo na rua Major Solon, no Cambuí, um sorriso igualmente vasto e uma presença de alegria ocupam o espaço todo. Ali é lugar disso, afinal. De contentamento e redescoberta. Isso porque a Fabiana Lourenço é uma cabeleireira que presta um serviço um pouco diferente. Ela escolheu trabalhar com a beleza e a força do que é natural, o que no caso dela consiste em remover todo tipo de química dos fios das clientes e devolver, dia após dia, suas características genuínas.

 

A verdade é que a Fabiana não apenas corta cabelos ou remove processos químicos dos fios das clientes. Ela transforma a percepção de diversas mulheres sobre si próprias, ajudando-as a resgatar a autoestima e a felicidade em serem quem são. O encontro dela com a Santa aconteceu depois da indicação de uma amiga, e a relação de Fabi com a marca ganhou força com a sinergia dos propósitos envolvidos nos dois negócios, que enxergam valor no que cada mulher tem de único e diferente, com a liberdade e a satisfação de ser quem se é.

Pega um café e vem conhecer mais essa história da nossa série Mulheres da Santa.

 

 

Fabi, você nos disse que trabalha há mais de dez anos na área da beleza. Como você descobriu essa vocação como cabeleireira?

Eu gostava de mexer com cabelo desde criança, sempre tive essa paixão. Mas eu tinha um preconceito muito grande com a área. Toda vez que eu via um cabeleireiro era uma coisa ligada à informalidade, e eu não queria isso. Também não era uma profissão que as pessoas próximas se sentissem muito confortáveis para me apoiarem a seguir. Aí tentei fugir disso. Fiz curso de corte e costura, fui estilista, queria  fazer alguma outra coisa. Mas depois percebi que não fazia sentido lutar contra algo que eu amava, e foi aí que fiz o curso de cabeleireira, que como eu já imaginava se revelou minha verdadeira paixão.

 

 

E como foi que você mudou o tipo de serviço que oferecia ao longo do tempo? Em que momento a proposta do seu trabalho passou por essa transformação?

No começo, eu fazia todos os serviços que qualquer salão oferece, já que aprendi a fazer o que todos os cabeleireiros fazem e tudo que o próprio mercado pede, que é alisar, pintar cabelo, etc. Mas ao longo do tempo, acho que de uns 8 anos pra cá, eu fui percebendo que algumas dessas técnicas acabam denegrindo os cabelos, e não sabia mais se queria aplicá-las. Aí chegou uma hora em que tive que tomar uma decisão. Assim, decidi que trabalharia orientando as pessoas a tirarem a química dos fios ao máximo que eu pudesse, ensinando as pessoas a cuidarem e se sentirem bonitas com o cabelo delas do jeito que ele é. Isso deu muito certo e sinto que acima de tudo a gente acaba ajudando essas pessoas a se redescobrirem, a valorizarem a própria beleza. Acho isso muito especial.

 

 

E houve alguma situação em específico que tenha feito você pensar ou te inspirou a ter essa postura?

Eu acho que todas as pessoas nasceram com um propósito definido. E o trabalho que você faz, aquilo para que Deus te deu habilidade, Ele te deu não só para te ajudar a se suprir, mas para você ajudar outras pessoas. Quando eu via que o meu trabalho não ia oferecer uma ajuda completa eu falei: preciso mudar. Acho que esse foi o momento, essa foi a inspiração. Foi muito difícil mudar, porque isso mexeu no bolso. Perdi equipe, empresa, tive que começar tudo de novo. Mas a vontade de fazer o que eu achava correto era maior, e hoje temos esse retorno incrível e nosso trabalho reconhecido.

 

 

Você enxerga algum tipo de semelhança entre esse seu propósito de devolver autoestima e amor próprio às mulheres e o da Santa?

Com certeza. Na Santa, a naturalidade é algo muito presente, e a valorização desse natural também. Normalmente quando as pessoas falam em moda, especialmente se isso é focado para a mulher, elas falam do corpo perfeito. E ali essa padronização não tem vez. As roupas são pensadas para uma diversidade muito grande de pessoas, de estilos, de medidas e tamanhos, o que traz poder e autonomia para quem veste. E quando a mulher vê uma liberdade em se arrumar e se sente bonita do jeito que ela é, seja com relação à roupa ou ao cabelo, é libertador. Tem outra coisa que acredito que conecta a gente também. Tanto aqui no salão como lá na Santa, sinto que não fazemos apenas um trabalho, nós cuidamos de pessoas. A gente trabalha para um propósito definido.
 

 

Você foi uma das mulheres que participaram do editorial da nova coleção da Santa Costura de Todos os Panos, que tem como foco a Diversidade. Como foi essa experiência?

Foi muito legal! O engraçado é que em uma outra situação por exemplo eu jamais iria tirar foto, fazer parte de campanha. Não sei se me sentiria à vontade. Mas eram elas e era a Santa. E fazer parte disso tem tudo a ver com o que eu faço porque preza pela liberdade, pela aceitação própria. E não é um estilo pronto que elas te dão, é essa liberdade. Você compõe sua roupa com elementos que te definem. Por exemplo: eu adoro usar salto alto, e às vezes coloco um macacão mais leve da Santa e um salto alto, por exemplo. Fica lindo, confortável e não foge de quem eu sou. Se você  for pensar num diferencial, essa proposta de enxergar a moda sem padrões é algo muito forte nas meninas. E olhar pra cada pessoa do jeito que ela é, buscando o melhor dela de maneira natural e honesta é a mesma coisa que fazemos diariamente aqui no salão. É o nosso propósito.

 
 
 

#realwomen #mulheresreais #belezanatural

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