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Mulheres da Santa: Silvia Jonas

22.Dec.2017

Conheça Silva Jonas: Artesã de histórias e inventora de alegria!

 

 

 

As linhas que se unem graças às habilidades de suas mãos dão vida a um mundo de bonecos e bonecas de pano, monstros e jogos que convidam a desacelerar e chamam, com leveza, para a brincadeira. Mais do que alguém que ama o que faz, a artista Silvia Jonas é uma daquelas amostras raras de quem parece ter nascido para espalhar momentos de felicidade. Assim que cheguei em sua casa, a sensação já foi de conhecê-la há tempos - e ouso dizer que essa não é uma impressão apenas minha. Tem pessoas que abraçam com as palavras, e a Sílvia certamente me parece uma delas.

 

 

Formada em educação artística aqui em Campinas, ela já foi professora em uma grande escola da cidade por por um longo período. Lá, ela se realizou e descobriu uma vocação que nem sonhava ter: a de ensinar. Que presente. A prática da descoberta na vida dela, no entanto, é diária, e quando sentiu que era o momento de se dedicar a outros desafios não arredou pé. Encarou sem pedir licença. Hoje, Silvia é mãe, avó e dona do próprio negócio na companhia da filha, Natália, que também tem uma história bonita com a SCTP - mas essa vamos deixar para outra prosa :)

 

 

A Silvia, que tece histórias em cada criação e espalha alegria fazendo o que ama, tem uma relação muito especial com a Santa Costura de Todos os Panos e foi uma das convidadas para o nosso ensaio fotográfico da coleção Diversidade. Ela é, sem dúvidas, uma das nossas Mulheres da Santa. Vem conhecer um pouquinho da história dela e de como as nossas histórias se cruzaram.

 

 

 

Quando teve início essa sua autodescoberta como artista? Foi aqui em Campinas mesmo?

 

Foi sim. Eu sou nascida aqui em Campinas. Minha infância foi toda no Cambuí, então ali é como se fosse o meu quintal. Me sinto em casa. Fui crescendo e sempre gostei de atividades manuais e de arte no geral, então decidi fazer faculdade de educação artística. Na época minhas expectativas eram muito altas, eu era muito nova e não tinha muita noção sobre a carreira em si. Tanto que nunca planejei dar aula, e passei 18 anos como professora de artes, que foi uma experiência muito gratificante.

 

 

Que tipo de atividades você gostava de propor aos alunos? E como foi essa ruptura de sair da sala de aula e se dedicar ao próprio negócio?

 

Na época em que eu dava aula eu sempre tentei trabalhar com a maior variedade de materiais possível. Sempre gostei de inventar e de levar várias técnicas para eles. Gostava muito de ensinar, mas com o tempo comecei a me sentir um pouco cansada. Eu era muito exigente, e acabei me desgastando muito. Mas acredito que tudo na nossa vida são fases, e essa fase foi muito boa na época em que era para ser. Essa decisão de me dedicar apenas à Joninhas junto com a Natália, minha filha, nunca teria vindo se eu não saísse da escola, por exemplo. Foi uma experiência que eu precisava passar e valorizo muito isso.

 

 

E qual a proposta da Joninhas?

 

A gente quer proporcionar diversão sem pilhas, costumo dizer. Um convite para as crianças e até mesmo os adultos desacelerarem. Não que eu seja contra a criança brincar com coisas tecnológicas, mesmo porque hoje isso é praticamente impossível. Mas acho que a criança também precisa desenvolver habilidades manuais, sair dessa coisa mecânica. É uma dinâmica muito diferente e prazerosa. Fazemos bonecas e bonecos de pano, jogos da velha, e tudo aquilo que traz diversão de uma maneira lúdica e simples. 

 

 

Essa valorização da simplicidade é um dos pontos que te conecta à Santa, talvez? Aliás, em qual momento da sua vida você conheceu a SCTP?

 

Acho que essa visão faz muito sentido sim. E principalmente a valorização do conforto, do bem estar, sabe. Essa questão do conforto sempre bateu comigo, e as roupas da Santa trazem muito isso. No começo, alguns modelos eu sentia que não combinavam comigo, porque eram mais abertos por exemplo. E eu também sempre tive dificuldade em encontrar roupas que gostasse porque sou alta, e as numerações G nunca eram ˜G de verdade˜.  Aí lembro de uma vez em que as meninas fizeram uma pesquisa de satisfação e eu pedi que tivessem tamanhos maiores. Elas souberam escutar com a maior humildade, o que foi muito legal. E acho que essa diversidade que a marca carrega tem muito a ver com isso, com essa sensibilidade de saber ouvir.

 

 

Falando em Diversidade, como foi participar da sessão de fotos para essa coleção?

 

Nossa, foi muito legal. Eu lembro que elas me ligaram um dia antes e eu topei na hora. No dia do ensaio, poucas mulheres se conheciam, e mesmo assim fizemos amizade super rápido. Todo mundo ali tinha um astral muito bom, uma energia gostosa, então foi muito fácil e mais descontraído do que eu poderia imaginar.

 

 

Que tipo de relação ou abordagem da marca faz com que você continue voltando à Santa dia após dia?

 

Eu volto lá sempre e elas são parte da minha vida já por inúmeros motivos. É onde estão as roupas que eu gosto e as pessoas que eu gosto. O Joquinha mesmo, meu neto, ama ir até a loja! Ele pede para ir lá ver as amigas dele. Então a gente se sente em casa. A Natália, minha filha, mora ali perto, e é como se estivéssemos em casa. Lembro de uma vez em que a Natália estava amamentando meu neto e tinha um casamento para ir, e as meninas fizeram um vestido que a ajudava na hora da amamentação. Foi muito legal. Então esse tipo de cuidado é muito especial. Por isso e por muitas outras a Santa faz parte da vida da gente. E especificamente com relação à roupa, o conforto para mim é um ponto chave. E elas unem conforto e beleza, sabe. Você veste as roupas da SCTP e pode sair pra ir tomar um sorvete com o seu neto e depois ir a um jantar à noite que estará bem vestida. Então não é uma roupa marcada. Você encontra lá desde meninas super jovens até senhoras. Não tem padrão. E isso é um grande sinal de que a diversidade é valorizada por lá e um motivo a mais para que eu volte sempre e tenha esse carinho pela marca.

 

 

 

#diversidade #mulheresreais #realwomen

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